7 em cada 10 portugueses são a favor de impulsionar as energias renováveis
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De facto, 86% dos portugueses estão convencidos de que a dependência das energias tradicionais será reduzida nos próximos anos. Estas são algumas das conclusões de um estudo realizado pela ei energia independente, empresa pioneira em soluções inteligentes de energia e especializada em autoconsumo solar fotovoltaico do Grupo Galp, para conhecer a opinião da população sobre o modelo energético do futuro.
Para que tudo isto seja possível, a prioridade para os inquiridos é que a Administração Pública promova o desenvolvimento das energias renováveis (33%), através de campanhas educativas que ajudem a sensibilizar a sociedade, bem como a aumentar os programas de subsídios e de ajuda. Os portugueses também apelam à responsabilidade do sector empresarial e exigem que as empresas energéticas se comprometam a uma mudança de modelo energético (31%), mas uma maior percentagem, de 35% apelam à responsabilidade individual e veem a necessidade de mudar o nosso estilo de vida optando por fontes alternativas e sustentáveis.
Repensar a forma como consumimos energia
Como indicado no 6º Relatório de Avaliação do Painel Intergovernamental sobre Alterações Climáticas (IPCC) da ONU, apresentado em agosto passado, a evolução do aquecimento global continua a crescer, com um aumento previsto da temperatura global de 1,5 graus Celsius até 2040. Estes dados confirmam a necessidade de estabelecer medidas de contenção para ajudar a travar as alterações climáticas. Face a este panorama, uma grande maioria dos portugueses (99%) vê a necessidade de repensar a forma como consumimos energia e nos comprometemos com novos modelos energéticos, mais eficientes e amigos do ambiente.
"Vivemos numa época em que os consumidores estão mais conscientes e abertos do que nunca a novas formas de consumir energia. O perfil do consumidor está a mudar e há uma maior preocupação com o impacto que o seu comportamento tem no ambiente. Se estas energias alternativas também podem gerar poupanças significativas nas suas contas de eletricidade, o valor acrescentado é aumentado. Por esta razão, o autoconsumo solar é a solução perfeita para esta transição energética urgente. Por exemplo, uma casa unifamiliar com um consumo de 100 euros/mês que decide instalar painéis solares pouparia 500 euros por ano na sua conta de eletricidade e evitaria a emissão de 900 kg de CO2 por ano para a atmosfera", afirma Ignacio Madrid, CEO da ei energia independente.
Os lares do futuro: tecnológicos e autossuficientes
Para 97% da população, as novas tecnologias renováveis irão revolucionar o sector energético. Este progresso tecnológico, que já se verifica há vários anos, juntamente com uma crescente consciência ambiental, influenciará outro aspeto que afeta diretamente a população: um novo modelo de habitação, que será cada vez mais sustentável, autossuficiente e inteligente.
Na verdade, para os portugueses, o impacto ambiental das suas casas já é muito importante. 65% dos portugueses valorizam positivamente o facto de as suas casas serem construídas com materiais sustentáveis e amigos do ambiente. Por outro lado, 64% prefere que toda a energia provenha de fontes renováveis, enquanto mais de metade (55%) aponta o autoconsumo solar fotovoltaico como a principal fonte de energia. Finalmente, para 32% é importante que a casa esteja totalmente conectada e possa ser controlada a partir de qualquer dispositivo.
"Graças à implementação de soluções energéticas inteligentes, nós, na ei energia independente, transformamos os lares em casas mais independentes e ecológicas com a integração de soluções de autoconsumo. Queremos tornar as pessoas conscientes do tesouro das novas soluções energéticas inteligentes, tais como o autoconsumo, e fornecer-lhes a mais recente tecnologia e soluções de financiamento à medida para se tornarem mais independentes e na vanguarda da inovação. Só assim poderão transformar as suas casas em casas inteligentes que combinem poupança, conforto e sustentabilidade", acrescenta Ignacio Madrid, CEO da ei energia independente.